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Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9.6)

livro-natalO mês de dezembro chega e, com ele, também um clima de alegria. As cidades vão, aos poucos, se tornando multicoloridas, as pessoas começam a se esquecer dos seus problemas e lutas, e se enchem de um novo ânimo. É o Natal que se aproxima. Um tempo de festas, confraternizações, tempo de celebrar o dom divino da vida. Tempo de se alegrar em Jesus, que nasceu, ressuscitou e vive em nós. No entanto, muitos cristãos não valorizam a data, porque acreditam que festejar o Natal é algo errado. São contra os costumes, contra o simbolismo e contra a tradição de se comemorar uma data tão bonita.

Mas Natal é alegria, é festa, é prenúncio de que tudo se faz novo de novo. Por isso, não podemos deixar de festejá-lo. O símbolo do Natal não é o Papai Noel nem os presentes, ou o consumismo desenfreado, muito menos as festas. Não! Isso é um engano diabólico. Natal é o advento do Messias, do Verbo que se fez carne, do Emanuel, do Deus conosco. Aquele, a quem o profeta Isaías previu, provavelmente no ano 754 a.C., e que se tornou acessível a todos na Terra. Quando Jesus nasceu, foram os pastores que tiveram o privilégio de anunciar, em primeira mão, a boa nova, cuja missão cabe, agora, aos pastores dos nossos dias.

Jesus é o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, embora muitos ainda continuem aguardando o Messias, a exemplo dos judeus. Todavia, não veem que Jesus já está entre nós e é o elo entre Deus e os homens. Portanto, Natal é Deus falando conosco através de Jesus. É o começo da grande obra do Salvador no mundo. Aquele que é Deus vem em forma humana, frágil, dependente, para se chegar até nós. Jesus é o verdadeiro presente de Natal, a materialização do infinito amor de Deus.

Quando Jesus nasceu, os céus se movimentaram. Uma multidão de anjos cantou com grande alegria, segundo Lucas 2.14. Depois, nunca mais se ouviu que os anjos cantaram novamente na Terra. Portanto, a Cantata de Natal simboliza a alegria dos anjos se regozijando com o nascimento de Jesus. Outros símbolos do Natal também alegram as festividades, a exemplo do pinheiro, que tem um significado especial, por ser uma árvore resistente tanto a baixas, quanto a altas temperaturas, conservando suas folhagens sempre verdes. Já a estrela, que guiou os magos naquela noite, simboliza o sol da justiça, ao apontar o local exato do nascimento de Cristo, bem como a plenitude da vida. A ceia representa o Cordeiro pascal que tira o pecado do mundo. As luzes nos lembram de que só Jesus é a Luz, pois Ele próprio afirmou, segundo o Evangelho de João 8.12: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida”.

Quanto à figura do Papai Noel, essa foi criada porque, talvez, pastores pararam de falar do Natal. Deixaram de dar ênfase a essa festa tão bonita! O pastor precisa anunciar o verdadeiro sentido do Natal, fazer desta data uma ocasião linda, festiva e alegre. Natal é Cristo em nós, o verdadeiro sentido da nossa vida, da nossa salvação. Portanto, é tempo de celebrarmos, sim, de festejarmos, de sorrirmos, de crermos que há um caminho seguro que nos dá garantia de salvação. Natal é Jesus nos lembrando de que podemos ser felizes, que Ele já se sacrificou por nós, que podemos festejar sua vinda. Celebrar o Natal é celebrar Jesus. Então, Feliz Natal!

Pr. Jorge Linhares
Adaptado por Ivany Rocha, a partir do livro “Natal, uma linda festa” (Jorge Linhares)

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