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“Há outra coisa que vocês fazem: Enchem de lágrimas o altar do Senhor; choram e gemem porque ele já não dá atenção às suas ofertas nem as aceita com prazer. E vocês ainda perguntam: ‘Por quê?’ É porque o Senhor é testemunha entre você e a mulher da sua mocidade, pois você não cumpriu a sua promessa de fidelidade, embora ela fosse a sua companheira, a mulher do seu acordo matrimonial. Não foi o Senhor que os fez um só? Em corpo e em espírito eles lhe pertencem. E por que um só? Porque ele desejava uma descendência consagrada. Portanto, tenham cuidado: Ninguém seja infiel à mulher da sua mocidade. ‘Eu odeio o divórcio’, diz o Senhor, o Deus de Israel, ‘e também odeio homem que se cobre de violência como se cobre de roupas’, diz o Senhor dos Exércitos. Por isso, tenham bom senso; não sejam infiéis.” Malaquias 2.13-16

Esses versículos acima são muito fortes, porque revelam o sentimento e a vontade do nosso Deus com respeito à Aliança Conjugal. Deus determinou para o casamento uma aliança e não um contrato, contrato é algo humano, falho, passageiro, pois no mesmo cartório em que casamos e saímos com a Certidão de Casamento, com poucos minutos também podemos sair com a Certidão de Divórcio. Por isso, Deus criou a Aliança, um pacto para toda a vida que se quebra somente com a morte de um dos aliançados. Algo tão forte que os dois se tornam um: “unicidade” de corpo, alma e espírito. Tornam-se um, número absoluto, que não pode ser dividido.

O divórcio, em muitos casos, é um atestado de fracasso. Casais que não se esforçam para melhorar, para fazer do casamento uma aliança indissolúvel, não buscam ajuda, não participam de reuniões, cursos, retiros etc. Querem o milagre, mas sem esforço. Para se manter um casamento, uma aliança, exige-se um esforço fora do comum, além do normal.

Casamento não é um brinquedo de casinha, um conto de fadas. É algo tão sério, que envolve o próprio Deus.

O texto de Malaquias traz muito temor, pois fala do ódio de Deus à banalização da Aliança Conjugal. A quebra daquilo que não se devia quebrar, a falta de respeito e responsabilidade com o cônjuge, filhos, familiares, amigos e igreja.

Sem o trabalho para melhorar o relacionamento, sem uma busca de ferramentas, dificilmente o casamento sobreviverá, isso que está escrito é um alerta aos nossos casamentos, a fim de ouvirmos mais a Deus e menos aos homens, mais paciência, tolerância e menos ignorância.

Certamente, creio eu que a preocupação de Deus com o casamento, faz com que Ele mesmo realize milagres na vida do casal, mesmo em meio a muitas dificuldades, lutas pela manutenção e preservação da Aliança Conjugal. Eu não tenho dúvida que Deus guarda nosso casamento quando nós batalhamos pela unidade da família.

Que Deus nos abençoe.

Pr. Daniel Fialho
prdanielfialho@yahoo.com.br

 

 

 

 

 

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